quarta-feira, 26 de novembro de 2014

LEANDRA...


Leandra…

        Leandra era uma menina muito feliz. Adorava os pais e tudo o que a vida lhe dava. Era muito pobre e vivia numa casinha muito pequenina, com uma cozinha, casa de banho e um quarto. 

      Um certo dia, Leandra foi para a sua escola. No caminho encontrou uma menina muito bem vestida, com colares de pérolas, brincos de ouro, roupa de marca, tudo o que uma menina rica pode ter. Estava a chorar.

         A Leandra perguntou a si própria como é que uma menina que tinha tudo, estava ali a chorar no meio do caminho.

         Leandra decidiu, então, perguntar-lhe:

         -Porque é que estás a chorar?

         -Porque os meus pais parece que me ignoram. Só trabalham, trabalham e não têm tempo para mim!

         A Leandra, preocupada, disse-lhe:

         -Eles não fazem por mal, só querem o teu bem!

         E a menina respondeu:

         -Eu tenho feito um esforço para ter o mínimo da atenção deles: tenho tido notas razoáveis, comportamento excelente, às vezes preparo sobremesas saborosas para eles, mas mesmo assim eles não me dão atenção. Estou cansada!

          Leandra exclamou:

          -Deixa lá, mais tarde eles irão perceber o teu esforço!

          Passados uns tempos, a menina começou cada vez mais a ficar triste e foi cada vez mais tirando más notas.

          Até que chegou aos ouvidos dos pais que a menina andava a tirar más notas.

         Os pais resolveram ir ao colégio da filha perguntar o que se passava. No caminho, passaram por Leandra e perguntaram-lhe se sabia alguma coisa da filha.

           Leandra respondeu:

           -Eu não concordo com o que lhe fazem! Vocês não lhe reconhecem o esforço e ela faz tudo para vos agradar.

            Os pais perceberam que tinham errado e arrependeram-se.

            Daí em diante, deram-lhe mais atenção e ofereceram uma casa com condições à Leandra, como agradecimento.

                                                                                                                           Joana Teixeira 5ºB

     

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

A praia...

A praia de novembro

Era novembro. O primeiro dia do mês chegara com uma radiante tarde de sol. Mesmo convidativa a um passeio familiar. Para minha alegria, o destino escolhido foi a praia.
Foram apenas alguns quilómetros que tanto custaram a passar, tal era a minha ansiedade de chegar ao destino. Finalmente, comecei a sentir o cheiro a mar, e a imensidão azul ocupou o meu olhar. Rapidamente, os meus pés tocaram os grãos de areia branca e fina. E em mim, cresceu a agradável sensação de liberdade, que despertou a minha imaginação. O sol iluminava o mar e a brisa trazia o som duma dança que acabava na areia, em pedaços de espuma branca.
A praia estava diferente, como se tivesse mudado de roupa. Estava finalmente liberta do barulho e da azáfama do verão. E agora, era só minha.
Corri, corri muito. Corri sem saber para onde. Corri porque me sentia feliz. Como era bom sentir o vento despentear-me os cabelos e quebrar o calor intenso do sol.
Sentei-me na areia, ao lado do meu irmão. Partilhámos o silêncio da praia e as lembranças do verão.
O tempo passou e já era hora de regressar. Apenas com o olhar despedi-me do mar. Senti um aperto no peito reconfortado pela alegria de poder voltar.
Aproximei-me dos meus pais e quebrei o silêncio com as palavras que me iam no pensamento:
“ – É nestes momentos que a vida é bela!”

Margarida Almeida  5.º B




RECEITA

Receita para pôr todas as pessoas felizes…


Ingredientes:

- 50 g de felicidade
- 50 g de educação
- 50 g de confiança
- 100 g de liberdade
- 150 g de união
- 150 g de esperança
- 400 g de companhia
- 450 g de carinho
- 450 g de amor
- q.b. de sorrisos e beijinhos 


Modo de preparação:

     Para preparar esta receita é necessário ter uma ótima companhia e algumas doses de confiança.
     Pegue na esperança e na união e ponha-as numa taça redonda chamada bondade. Com muito amor e carinho misture-as com uma colher. Juntam-se algumas pepitas redondinhas de felicidade, liberdade e educação e vai ao forno. Quando estiver pronto, polvilha-se com muitos sorrisosbeijinhos e servimos uma fatia a todas as pessoas do Mundo.
     Bom apetite !!!!!!


Mafalda Matos 5.º B


domingo, 26 de outubro de 2014

ADIVINHAS

Qual é a coisa qual é ela?
Qual é a coisa, qual é ela
Que nos conta histórias de encantar
Mesmo sem falar?

Tem cores e não é arco-íris
Tem letras e não é alfabeto
Tem mesas e não é restaurante
Diverte-me e não tem festa.
Que coisa é esta?

É ela que nos dá os livros
E quem nos ajuda a escolher
Quem é esta senhora
Que todos gostamos de ver?

É lá que estão os livros
É lá que os vou escolher
É lá que os requisito
O que é que isto vem a ser?



Leonor    N.º 10     5.º C

ADIVINHAS



Qual é a coisa qual é ela?


É um lugar silencioso
Onde todos gostam de estar
Uns vão ao computador
E outros vão estudar.
O que é?

Sou um mundo mágico
Onde todos gostam de entrar
Posso ser em poesia ou em prosa
Ou ser um ombro amigo
Para te confortar.
Quem sou?

Tenho orgulho no que faço
Gosto que os meus livros sejam apreciados
Escrever textos com todos os sinais de pontuação
Fará sair melhor os meus trabalhos.
Quem sou?

Gosto de incentivar os alunos a ler

Também gosto de ser respeitado.
Quero que o meu local de trabalho
Seja muito apreciado!
                           Quem sou?                         


Joana Teixeira  5.º B






      

Biblioteca

Na biblioteca vamos estudar
Ler e trabalhar
E para boas notas tirar
Temos de a utilizar.

Na biblioteca lemos
Aprendemos com amigos
Damos asas à imaginação
E escrevemos com emoção.

Se queres saber escrever
Muitos livros terás de ler
Na biblioteca poderás encontrar
Muitas histórias de encantar.


Igor Afonso   5.ºC

Biblioteca

Fui à biblioteca tentar escolher
Um bom livro para ler
Mas era difícil descobrir
Aquele que me ia surpreender!

Desisti da ideia de procurar
E vim cá para fora brincar.
Os meus amigos riam-se de mim
E eu tentei explicar.

Que a biblioteca
Não é uma seca.
É um lugar mágico
Onde há histórias de encantar
É preciso saber procurar!

                                                                               
                                                                                                    Simão     5.º A     N.º 20